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	<title>Comments on: Como você joga videogame? Até que ponto se envolve com a obra?</title>
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		<title>By: Anônimo</title>
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		<dc:creator>Anônimo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Apr 2007 01:11:42 +0000</pubDate>
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		<description>Antes tarde do que nunca. Os créditos lacrimejantes de Katamari Damacy: http://www.youtube.com/watch?v=-6r93pF8mgE

Sabe inglês? Então veja a legenda e segure o choro como eu fiz.
Hahaha! Francamente. Não sei como havia me esquecido deste jogo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Antes tarde do que nunca. Os créditos lacrimejantes de Katamari Damacy: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=-6r93pF8mgE" rel="nofollow">http://www.youtube.com/watch?v=-6r93pF8mgE</a></p>
<p>Sabe inglês? Então veja a legenda e segure o choro como eu fiz.<br />
Hahaha! Francamente. Não sei como havia me esquecido deste jogo.</p>
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		<title>By: Anônimo</title>
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		<dc:creator>Anônimo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Apr 2007 01:40:42 +0000</pubDate>
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		<description>Acabei de conhecer este blog através do Jogatina, falando nisso.

Ao terminar o SotC aconteceu uma coisa engraçada comigo, tive que ir atender a porta e perdi tudo que acontecia após a ultima parte &quot;jogavél&quot; até a metade dos créditos. Então o que ficou marcado na minha memória até o segundo playtrough foi mesmo o Colossi pacífico, a cena antes da última criatura e tudo o que acontece antes do desfecho final.

Na época do Nintendo 64 eu havia ficado aflito com tudo que acontecia no 1º Zelda do console após Link avançar para o futuro. Não por que eu havia entrado na pela do personagem (por sinal não costuma acontecer comigo), mas sim por toda as situações que aconteciam no universo do jogo. Demorou para que alguma situação dentro de um jogo me tocasse novamente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acabei de conhecer este blog através do Jogatina, falando nisso.</p>
<p>Ao terminar o SotC aconteceu uma coisa engraçada comigo, tive que ir atender a porta e perdi tudo que acontecia após a ultima parte &#8220;jogavél&#8221; até a metade dos créditos. Então o que ficou marcado na minha memória até o segundo playtrough foi mesmo o Colossi pacífico, a cena antes da última criatura e tudo o que acontece antes do desfecho final.</p>
<p>Na época do Nintendo 64 eu havia ficado aflito com tudo que acontecia no 1º Zelda do console após Link avançar para o futuro. Não por que eu havia entrado na pela do personagem (por sinal não costuma acontecer comigo), mas sim por toda as situações que aconteciam no universo do jogo. Demorou para que alguma situação dentro de um jogo me tocasse novamente.</p>
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		<title>By: Abrindo as torneiras &#171; 16-BIT</title>
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		<dc:creator>Abrindo as torneiras &#171; 16-BIT</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Apr 2007 23:24:30 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Abrindo as&#160;torneiras   Publicado Abril 21st, 2007   Jogo da vida , Coisas que você poderia muito bem viver sem saber , Bobeirinhas , Grandes momentos , Divagações      Uma onda de &#8220;emozisse&#8221; está assolando algumas pessoas do mundo dos games, aparentemente. Depois do meu último post, sobre a minha suposta falta de sensibilidade, o Vinícius do OitoBits entrou na onda e também postou sobre isso, seguido pelo Daniel Galera do Jogatina, que também entrou na discussão, linkando para o meu post (uma honra!) e o do Vinícius. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Abrindo as&nbsp;torneiras   Publicado Abril 21st, 2007   Jogo da vida , Coisas que você poderia muito bem viver sem saber , Bobeirinhas , Grandes momentos , Divagações      Uma onda de &#8220;emozisse&#8221; está assolando algumas pessoas do mundo dos games, aparentemente. Depois do meu último post, sobre a minha suposta falta de sensibilidade, o Vinícius do OitoBits entrou na onda e também postou sobre isso, seguido pelo Daniel Galera do Jogatina, que também entrou na discussão, linkando para o meu post (uma honra!) e o do Vinícius. [...]</p>
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		<title>By: Júlio B.</title>
		<link>http://www.oitobits.net/arquivo/como-voce-joga-videogame-ate-que-ponto-se-envolve-com-a-obra/comment-page-1/#comment-519</link>
		<dc:creator>Júlio B.</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Apr 2007 13:55:18 +0000</pubDate>
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		<description>Cara, a minha vida toda eu jogo. Desde sempre eu joguei, minhas primeiras lembranças são na frente de um oddyssey.
Sempre jogava pra me distrair, pelo desafio mesmo, coisa de criança.
Mas comecei a crescer e a paixão continuava. E aí começaram as perguntas, os porquês. Eu começava então a centrar o jogo na história e não mais em mim. Conheci os RPGs, mas não joguei, não sabia inglês muito bem. Continuei nos de plataforma. Até que ele surgiu: Metal Gear Solid. Meu amigo me passava todas as dicas pra eu jogar, porque era a versão japonesa. Mas mesmo assim me apaixonei por aquela superprodução.
Daí pra frente, comecei a encarar os jogos realmente como arte. Quando voltei aos jogos de plataforma, aos 8, 16 bits, enxerguei mais uma forma de arte, uma arte única e clássica. Um quadro com uma arte retrô interativa e que me fazia sentir fora desse mundo. Aquilo era minha vida, caramba!
Já nos jogos de 32 bits pra cima, enxergava uma forma de arte como um livro ou um filme. Eu entro não só no mundo do personagem, mas na cabeça dele.

Videogame sempre foi arte. O intuito nunca foi só entreter. É claro que o que não vende é esquecido, mas nem por isso precisa deixar de ser jogado. Esse é o nosso trunfo! Podemos ter aquele jogo, e mesmo que ele não exista mais, temos ele lá, no console ou no emulador para jogarmos pra sempre!

E VIVA a Décima Arte!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara, a minha vida toda eu jogo. Desde sempre eu joguei, minhas primeiras lembranças são na frente de um oddyssey.<br />
Sempre jogava pra me distrair, pelo desafio mesmo, coisa de criança.<br />
Mas comecei a crescer e a paixão continuava. E aí começaram as perguntas, os porquês. Eu começava então a centrar o jogo na história e não mais em mim. Conheci os RPGs, mas não joguei, não sabia inglês muito bem. Continuei nos de plataforma. Até que ele surgiu: Metal Gear Solid. Meu amigo me passava todas as dicas pra eu jogar, porque era a versão japonesa. Mas mesmo assim me apaixonei por aquela superprodução.<br />
Daí pra frente, comecei a encarar os jogos realmente como arte. Quando voltei aos jogos de plataforma, aos 8, 16 bits, enxerguei mais uma forma de arte, uma arte única e clássica. Um quadro com uma arte retrô interativa e que me fazia sentir fora desse mundo. Aquilo era minha vida, caramba!<br />
Já nos jogos de 32 bits pra cima, enxergava uma forma de arte como um livro ou um filme. Eu entro não só no mundo do personagem, mas na cabeça dele.</p>
<p>Videogame sempre foi arte. O intuito nunca foi só entreter. É claro que o que não vende é esquecido, mas nem por isso precisa deixar de ser jogado. Esse é o nosso trunfo! Podemos ter aquele jogo, e mesmo que ele não exista mais, temos ele lá, no console ou no emulador para jogarmos pra sempre!</p>
<p>E VIVA a Décima Arte!</p>
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		<title>By: Fabio Bracht</title>
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		<dc:creator>Fabio Bracht</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Apr 2007 03:39:43 +0000</pubDate>
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		<description>Depois de ler esse teu post e pensar um pouco mais, acho que saquei o que aconteceu. Eu estava envolvido sim com o jogo, mas do ponto de vista prático e artístico, não do ponto de vista, digamos, empático. Eu estava prestando atenção na linda qualidade e no impecável dinamismo da música e pensando friamente em como atingir o meu objetivo. Eu estava curtindo o &quot;level design&quot; do jogo acima de tudo, mais do que vivenciando a emoção do personagem.

Talvez eu devesse ter entrado mais no coração de Wander. Talvez assim eu tivesse aproveitado o jogo de forma ainda mais intensa. Mas eu aproveitei do meu modo particular, e isso já foi perfeitamente suficiente. :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de ler esse teu post e pensar um pouco mais, acho que saquei o que aconteceu. Eu estava envolvido sim com o jogo, mas do ponto de vista prático e artístico, não do ponto de vista, digamos, empático. Eu estava prestando atenção na linda qualidade e no impecável dinamismo da música e pensando friamente em como atingir o meu objetivo. Eu estava curtindo o &#8220;level design&#8221; do jogo acima de tudo, mais do que vivenciando a emoção do personagem.</p>
<p>Talvez eu devesse ter entrado mais no coração de Wander. Talvez assim eu tivesse aproveitado o jogo de forma ainda mais intensa. Mas eu aproveitei do meu modo particular, e isso já foi perfeitamente suficiente. :)</p>
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		<title>By: Lucas Oliva</title>
		<link>http://www.oitobits.net/arquivo/como-voce-joga-videogame-ate-que-ponto-se-envolve-com-a-obra/comment-page-1/#comment-517</link>
		<dc:creator>Lucas Oliva</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Apr 2007 22:30:25 +0000</pubDate>
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		<description>Como vc deve saber, eu me envolvo 100%. Devo confesar que passei muito mal e lagrimas me correram os olhos qunado Sephiroth assasinou brutalmente Aeris na minha frente em FF7. Recentemente me envolvi muito com a hitória de Kingdom Hearts II de nunca pensei que fosse ter esse tipo de afeto por mickey, donald, pateta e sua turma.
Sinto calafrios em meio a uma batalha contra a Flood em Halo. Para mim não há como negar que videogames são o ápcie das artes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como vc deve saber, eu me envolvo 100%. Devo confesar que passei muito mal e lagrimas me correram os olhos qunado Sephiroth assasinou brutalmente Aeris na minha frente em FF7. Recentemente me envolvi muito com a hitória de Kingdom Hearts II de nunca pensei que fosse ter esse tipo de afeto por mickey, donald, pateta e sua turma.<br />
Sinto calafrios em meio a uma batalha contra a Flood em Halo. Para mim não há como negar que videogames são o ápcie das artes.</p>
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