Jogos em que eu era viciado 21/08/07
Eu não sei quem começou mas resolvi entrar de bicão depois de ler sobre o meme no 1001 Gatos de Schrödinger. A idéia é falar sobre os jogos que jogamos até não poder mais durante a infância e adolescencia. Segue a minha lista:
Super Mario Bros.

Sei que é um clássico óbvio mas foi o primeiro jogo do meu primeiro console. Joguei muito e ainda hoje tenho um NES com o cartucho original de Super Mario Bros para jogar as vezes. A pouco tempo atrás tentei algumas vezes fazer um speedrun pra fechar o jogo em torno de 5 minutos, sem morrer nenhuma vez mas sempre perco uma vida na fase 8-1 por conta de um pulo errado. Ainda chego lá.
Street Fighter II

Reinou por anos nos fliperamas de todo o mundo e eu joguei demais. Juntava todo dinheiro que achava pela casa, ajudava nas tarefas domésticas para ganhar um trocado, fazia fichas de chumbo pra enganar as máquinas, voltava a pé da escola e ficava amigo de balconistas dos fliperamas do bairro para jogar de graça. Final parecido com Super Mario, tenho o cartucho original para SNES guardado no meu armário, é uma pena que vendi o console porque até bateu uma saudade.
Day of Defeat
Esse eu conheci tarde mas consumiu muito mais tempo útil do que os outros dois acima. DoD é uma modificação de Half-Life, pode ser resumido como “o Counter Strike da Segunda Guerra”. Joguei muito, MUITO mesmo. Comecei jogando online em servidores públicos, depois conheci algumas pessoas numa LAN, comecei a participar da comunidade online, formei times, joguei campeonatos online nacionais e internacionais, organizei campeonatos brasileiros online e em LAN, criei portais sobre o jogo, fui campeão algumas vezes, vice outras tantas, passei madrugadas em claro, viajei para outras cidades só para jogar e participar de encontros, fiz amigos, quase fiz inimigos e um dia a vida me afastou do jogo. Demorou mas afastou. Gastei muito tempo com esse jogo, muito mesmo. Hoje eu olho para trás e as vezes fico chateado porque sei que o tempo poderia ter sido investido em algo mais útil mas enfim, é passado. Ainda jogo quando vou visitar meus pais já que meu computador continua lá com DoD instalado. Não é exagero dizer que esse jogo mudou minha vida. Um dia eu falo a respeito, talvez no meu blog pessoal.
Passo a bola para o Fábio, Cosme, pessoal da CubaGames e Dolemes.